quarta-feira, 19 de junho de 2013
TERRA VOLTA A TREMER EM JANDAÍRA E REGIÃO...
HOJE POR VOLTA DAS 14:30 DA TARDE A TERRA VOLTOU A TREMER EM JANDAÍRA,COM MAIS ESSE, O POVO QUE NÃO ESTAVA ESPERANDO ASSUSTOU,MAIS NADA DE GRAVE ACONTECEU IREMOS SABER A MAGNETUDI E PASSAREMOS.
CONDENAÇÃO - 18/06/2013 - 05:06 Ex-prefeito de Tangará e empresários são condenados por improbidade
Uma ação civil pública do Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) resultou na condenação por improbidade do ex-prefeito de Tangará, Giovannu César Pinheiro, e outros três empresários, Creso Venâncio Dantas, Wagner de Souza Xavier e Antônio Carneiro Filho, além de suas respectivas empresas, Rabelo e Dantas Ltda. (atual Online Digitação e Apoio Logístico Ltda.); Britacon – Britagem, Construção e Comércio Ltda.; e Terramoto Construções.
O grupo foi considerado culpado de promover fracionamento indevido e fraudes em processos licitatórios. O ex-prefeito e os demais réus terão de dividir o ressarcimento de R$ 150 mil, atualizados monetariamente. A quantia equivale ao repasse feito ao Município, pela Funasa, em 2001, dentro de um convênio firmado para a construção de melhorias sanitárias em 158 domicílios de Tangará, incluindo 25 reservatórios elevados e 133 apoiados.
PARALISAÇÃO - 18/06/2013 - 05:06 Rodoviários protestam contra insegurança e paralisam atividades por duas horas
Nas últimas 72 horas foram 13 assaltos a ônibus em Natal. Foram cinco na sexta-feira (14), quatro no sábado (15) e mais quatro neste domingo (16). Diante deste cenário de insegurança, os motoristas e cobradores dos transportes públicos de Natal paralisaram as atividades no início da manhã desta segunda-feira (17), em frente a sede do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (Sintro-RN), próximo ao Viaduto do Baldo, por duas horas.
Cerca de cem ônibus ficaram parados, congestionando o trânsito entre o centro da cidade e o Alecrim. Os rodoviários reivindicam do Governo do Estado mais segurança para os trabalhadores e para a população que utilizam o transporte público na Região Metropolitana de Natal.
Agentes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) estiveram no local para ordenar o trânsito e conseguiram liberar uma das faixas para o trânsito de veículos pequenos durante o protesto.
Portal JH
PARALISAÇÃO - 17/06/2013 - 22:06 ITEP paralisa as atividades a partir das 8h desta terça-feira
O Governo do Estado não atendeu as diversas solicitações de reuniões do SINPOL, mesmo diante do indicativo de paralisação de 48 horas dos servidores do ITEP, e desta maneira os serviços do órgão estão parados a partir das 8h desta terça-feira (18).
O sindicato observa que a categoria aprovou o indicativo de paralisação devido à morosidade do Governo em avaliar a minuta do anteprojeto que criará a Lei Orgânica e Estatuto do órgão. Além da matéria estar sendo avaliada por vários órgãos desde 2009, o consultor-geral do Estado, José Marcelo, não conclui um parecer ao anteprojeto, apesar de estar avaliando há vários meses (requisitando diligências diversas, fazendo o processo ir e voltar nas pastas governamentais).
Na reunião ocorrida com o consultor no dia 06 de maio, por exemplo, ele informou que o processo estava com todas as diligências concluídas e seu trabalho estava praticamente finalizando, apenas aguardando ajuste no texto. A categoria deu um prazo de 30 dias, mas não recebeu qualquer informação de conclusão do parecer até este momento.
Você está aqui: Página Inicial/Notícias/São Paulo São Paulo 19/6/2013 às 00h00 (Atualizado em 19/6/2013 às 00h47) Com ataque à sede da prefeitura, São Paulo vive dia mais violento de onda de manifestações Sexto ato contra aumento da tarifa de ônibus reuniu cerca de 50 mil pessoas nesta terça-feira Tweet Texto: -A +A Fernando Mellis, Julia Carolina e Thiago de Araújo, do R7
Fernando Mellis, Julia Carolina e Thiago de Araújo, do R7
Sexto ato foi marcado por vandalismo e confrontos no centro de SPEduardo Enomoto/R7
Um dia após manifestação história na cidade de São Paulo reunir mais de 100 mil pessoas nas ruas da cidade, o sexto ato contra o aumento da tarifa de ônibus na capital paulista, ocorrido nesta terça-feira (18), foi o mais violento de todas as manifestações. Com início pacífico, milhares de pessoas se reuniram na praça da Sé por volta das 17h. No entanto, os tumultos começaram quando uma parte do grupo caminhou para a sede da prefeitura antes da definição oficial do trajeto que a passeata faria.
Em pouco tempo, o prédio da prefeitura, no viaduto do Chá, na região central, foi cercado. Um grupo de pessoas queimou um boneco com o rosto do prefeito Fernando Haddad e, na sequencia, parte dos manifestantes derrubou a grade que dava acesso ao pátio da prefeitura e invadiu o local. Com pedras, eles quebraram vidros das cinco grandes vidraças da frente do prédio. Enquanto isso, outros participantes gritavam "sem vandalismo, sem violência". A parede da sede do governo municipal também foi pichada. Uma das mensagens era "3,20 não".
A Polícia Militar usou spray de pimenta e gás lacrimogênio para conter a manifestação e impediram que o prédio fosse invadido. A confusão na região continuou e manifestantes arrancaram a bandeira da cidade de São Paulo do mastro da prefeitura e tentaram atear fogo. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, Fernando Haddad (PT) deixou o edifício por volta das 17h30 para uma reunião com a presidente Dilma Rousseff, em São Paulo, e foi orientado a não voltar ao prédio.
Além do grupo concentrado nos arredores do viaduto do Chá, uma parte dos manifestantes seguiu para o parque Dom Pedro 2º e tentou invadir o local, mas foram impedidos por outros participantes do protesto. A briga e o conflito entre os próprios manifestantes foram constantes durante todo o tumulto na região central. A confusão continuou durante a noite desta terça-feira (18).
Houve diversos registros de vandalismo, depredação de agências bancárias, saques a lojas do centro, prisão de ao menos 15 pessoas por tentativa de saque a estabelecimentos e um carro de reportagem da Record foi depredadoe queimado. A Tropa de Choque foi acionada para controlar a situação.
No começo da madrugada desta quarta-feira (19), foram registrados casos de depredação e incêndio em um restaurante da rua Augusta e em uma loja da rua da Consolação, na região da avenida Paulista.
Bloqueios
Apesar da tensão na região central, milhares de pessoas que estavam concentradas na praça da Sé, marcharam pacificamente para a avenida Paulista em direção a rua da Consolação. Toda a via foi interditada, mas não houve nenhum tumulto nem registro de confusão no local. De acordo com o Datafolha, cerca de 50 mil pessoas participaram do ato.
Durante o ato, muitas ruas, principalmente da região central, ficaram totalmente bloqueadas e o trânsito chegou a ficar acima da média. Além disso, a CPTM suspendeu a circulação dos trens da linha 9-Esmeralda por motivo de segurança.
Em relação à violência da manifestação desta terça-feira, Rodolfo Valente, advogado do MPL, declarou que “os atos de vandalismo não têm nada a ver com o movimento” e afirmou que nenhuma pessoa do movimento estava nas ruas.
Mais cedo nesta terça-feira, Haddad se reuniu com líderes do MPL, durante reunião do Conselho da Cidade, e disse que irá analisar as planilhas de custos do transporte público para avaliar a possibilidade de reduzir a tarifa, reajustada de R$ 3 para R$ 3,20 reais no início do mês.
Milhares de pessoas foram às ruas mais uma vez nesta terça-feiraDaia Oliver/R7
Próximo ato
Sétimo protesto contra o aumento das tarifas de transporte público está previsto para o dia 20 de junho, às 17h, com concentração na praça do Ciclista. A informação foi divulgada em panfletos durante a manifestação desta terça-feira (18).
Os protestos que pararam São Paulo nos últimos dias, são organizados pelo Movimento Passe Livre, que tem como principal bandeira a mudança do sistema de transporte das cidades da iniciativa privada para um modelo público, "garantindo o acesso universal através do passe livre para todas as camadas da população". O movimento calcula que 37 milhões de brasileiros deixam de se utilizar do transporte público por não poder arcar com o custo das passagens.
Na prática, o MPL quer que o transporte público seja gratuito. Portanto, a briga não é somente contra o aumento de R$ 0,20 na tarifa do transporte coletivo em São Paulo — de R$ 3,00 para R$ 3,20. Sua carta de princípios diz que “o MPL deve ter como perspectiva a mobilização dos jovens e trabalhadores pela expropriação do transporte coletivo, retirando-o da iniciativa privada, sem indenização, colocando-o sob o controle dos trabalhadores e da população”.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Preso na cidade de Passa e Fica o assassino do Arquiteto Petronyo
Após alguns dias de investigação a polícia chegou na tarde desta segunda-feira(17) ao autor da morte do arquiteto Petronyo Ulisses da Costa, sobrinho do vice-prefeito de João Câmara. Ele estava escondido no bairro Terceiro Milênio na cidade de Passa e Fica-RN.
A polícia chegou a Willame Albano da Silva, de 33 anos, após rastrear a localização do celular da vítima que estava com autor, após vários dias de ligações e sinal de GPS do aparelho denunciaram a localização de Willame. Com a confirmação da localização, foi encaminhada uma equipe de investigadores que há alguns dias trabalhavam para tentar localizar o assassino, o que se deu na tarde desta segunda-feira em uma residência no Bairro Terceiro Milênio em Passa e Fica.
A Polícia Civil sob o comando do Dr, Taveira e Dr. Bem Hur num trabalho conjunto com a Polícia Militar de João Câmara, sob o comando do Major Josimário e do Destacamento de Passa e Fica, comandado pelo Sargento Alexandria e os PMs Santos e Carlos participaram da operação que prendeu o acusado que ainda tentou fugir mas se sentindo acuado não teve saída.
Willame é conhecido da polícia e já foi pego com drogas, em depoimento a polícia alegou ter consumido droga junto com a vítima e depois de passarem um certo período em um Motel com a vítima o sufocou com uma toalha do motel e depois levou o corpo no carro da vítima e largou em uma lagoa. Willame foi levado pela polícia civil e será apresentado ao Delegado responsável pelo caso.
Com informações do blog Regional Online(Passa e Fica)
Você está aqui: Página Inicial/Notícias/Cidades Cidades 18/6/2013 às 00h00 (Atualizado em 18/6/2013 às 00h28) Brasil para em protestos e manifestantes tomam ruas em diversas cidades Especialistas apontam sensação de “mal-estar coletivo” entre brasileiros Texto: -A +A Do R7, com agências internacionais
Do R7, com agências internacionais
Só na capital paulista, mais de 100 mil manifestantes foram às ruas, estima o MPL (Movimento Passe Livre)Tiago Queiroz/AE
Uma onda de protestos tomou conta das ruas de várias cidades do Brasil na noite desta segunda-feira (17). Com alto número de participantes — apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro, a manifestação reuniu mais de 200 mil pessoas —, algumas cidades tiveram registro de confusões e confrontos entre os manifestantes e a PM. Além da capital paulista, atos também aconteceram em capitais como Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Maceió, Vitória e Salvador, reunindo milhares de pessoas. Com o crescente descontentamento da população, o protesto, que começou por conta do aumento da tarifa do transporte público, tomou dimensões maiores e incontáveis grupos passaram a protestar contra a ação truculenta da PM, dinheiro gasto com a Copa das Confederações e a corrupção no País.
A sequência de manifestações — convocada principalmente pelas redes sociais — foi agravada após a confusão no último protesto em São Paulo, na quinta-feira (13), que terminou com manifestantes e jornalistas feridos, além de mais de 240 detidos. O grande número de ações populares levou a presidente Dilma Rousseff a se pronunciar sobre o assunto. Segundo a ministra da Secretaria de Comunicação, Helena Chagas, a presidente considera que as manifestações pacíficas são próprias da democracia e é próprio dos jovens se manifestarem. A presidente esteve com o secretário-geral da presidência, Gilberto Carvalho, que admitiu estar preocupado com a onda de manifestações, mas garantiu que o governo busca o diálogo.
A sequência de manifestações — convocada principalmente pelas redes sociais — foi agravada após a confusão no último protesto em São Paulo, na quinta-feira (13), que terminou com manifestantes e jornalistas feridos, além de mais de 240 detidos. O grande número de ações populares levou a presidente Dilma Rousseff a se pronunciar sobre o assunto. Segundo a ministra da Secretaria de Comunicação, Helena Chagas, a presidente considera que as manifestações pacíficas são próprias da democracia e é próprio dos jovens se manifestarem. A presidente esteve com o secretário-geral da presidência, Gilberto Carvalho, que admitiu estar preocupado com a onda de manifestações, mas garantiu que o governo busca o diálogo.
Em São Paulo, a manifestação fechou vias importantes da cidade, como a avenida Paulista e a marginal Pinheiros. Até às 22h30, o ato era pacífico e não teve registros de confrontos com a PM. Entretanto, quando os manifestantes passaram pelo Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, eles tentaram forçar a entrada no local. A PM reagiu lançando bombas de gás lacrimogêneo. Após esse conflito, houve dispersão dos manifestantes.
No Rio de Janeiro, participantes do protesto entraram em confronto com a Polícia Militar por volta das 19h50. A multidão tentou invadir a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), e a PM reagiu lançando bombas de efeito moral. O Batalhão de Choque foi acionado e marchou na região. Milhares de manifestantes foram às ruas da capital fluminense protestar. As reivindicações foram além do aumento da passagem de ônibus, para R$ 2,95. Os manifestantes pediram educação e saúde de qualidade, além de protestar contra a corrupção e os gastos com Copa e Olimpíada.
No Distrito Federal, manifestantes subiram no prédio do Congresso. Segundo a assessoria da Câmara, os manifestantes quebraram a porta de vidro da sala da vice-presidência da Casa. Ninguém ficou ferido, mas houve ameaças de invasão. Os manifestantes cantaram o Hino Nacional. Por volta das 19h, eram 6.000 manifestantes que pediam investimentos no transporte público, na área de saúde e educação. Eles também são contra a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) número 37, que retira o poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal, modificando a Constituição Brasileira.
No Distrito Federal, manifestantes subiram no prédio do Congresso. Segundo a assessoria da Câmara, os manifestantes quebraram a porta de vidro da sala da vice-presidência da Casa. Ninguém ficou ferido, mas houve ameaças de invasão. Os manifestantes cantaram o Hino Nacional. Por volta das 19h, eram 6.000 manifestantes que pediam investimentos no transporte público, na área de saúde e educação. Eles também são contra a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) número 37, que retira o poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal, modificando a Constituição Brasileira.
Em Belo Horizonte (MG), manifestantes entraram em confronto com a PM. Durante um deles confronto, um rapaz que participava do movimento caiu de uma altura de aproximadamente sete metros do Viaduto José Alencar, na região da Pampulha. Pelo menos outras duas pessoas ficaram feridas durante os confrontos. Cerca de 30 mil pessoas participaram da manifestação, segundo estimativa da PM, e de 50 mil, de acordo com os organizadores da passeata.
Em Maceió (AL), cerca de 2.000 manifestantes participaram de uma passeata em protesto contra o reajuste do preço da passagem de coletivos na capital. O tom pacífico do ato foi quebrado por um motorista que furou um bloqueio e atirou em um manifestante na avenida Fernandes Lima.
Mal-estar coletivo
Essa sequência de protestos é motivada por uma sensação de 'mal-estar coletivo', compartilhada em especial pela juventude das grandes cidades. Essa é a análise dos especialistas ouvidos pela BBC Brasil. O fenômeno seria mais social do que político e concentra-se nas regiões metropolitanas, onde as sucessivas políticas públicas executadas por governantes locais teriam deixado de atender aos principais anseios da p
opulação, sobretudo os mais jovens.
De acordo com avaliação da agência Reuters, o aumento da passagem foi apenas o episódio que deflagrou a onda de reivindicações. Apesar de taxas de desemprego baixas, o País enfrenta inflação rondando o teto da meta do governo e sofre com crescimento econômico tímido. As manifestações ganham corpo durante a realização da Copa das Confederações, teste final antes do Mundial de 2014 no Brasil, e pouco mais de um ano antes das eleições presidenciais.
*Com informações do Estadão Conteúdo
*Com informações do Estadão Conteúdo
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